Fundo de Investimento | O que é? Vale a pena?

Fundo de Investimento | O que é? Vale a pena?

 FUNDOS DE INVESTIMENTO

    Nesse Post sera possível identificar o que são os fundos de Investimentos, aonde se aplicam, quais são os melhores, suas diferenças e quem sabe poderá até fazer parte de sua carteira futuramente. 
O QUE SIGNIFICA FI ?

    Fundos de Investimentos (FI) é um tipo de aplicação financeira, onde vários investidores aplicam uma determinada quantia de valor, e uma pessoa especialista “pega” esse dinheiro conjunto e faz diversos tipo de investimentos. Um grande exemplo para explicar melhor o FI, é como se fosse um Condomínio de apartamentos. Cada apartamento paga um valor ao condomínio (dividindo as despesas necessárias e receitas geradas)  e no final, um síndico (escolhido pelos moradores) administra o montante, investindo em manutenções, serviços e novos empreendimentos para os moradores. 
  Agora traga o conceito do condomínio para os Fundos, é o mesmo método.
 
 
COMO FUNCIONA?
                   
Ha uma grande quantidade de fundos no mercado financeiro, e a tendência é cada vez aumentar mais. Isso é bom para nós, pois possuiremos grandes diversidades de escolhas e gostos. O Fundo de Investimentos é dividido em cotas, que são distribuídos a nós investidores, e ao adquirir uma cota, você se torna proprietário de parte da carteira , proporcionalmente ao capital investido. Seus rendimentos virão de quanto o profissional conseguira fazer render seu dinheiro e dos demais cotistas. Maioria dos fundos possuem uma Taxa de Administração (Entre 0,5% á 3% do capital investido) e Performance. Outros cobram Taxas de Carregamento (comum em Fundos de Previdência).

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                                           TAXAS E PERFORMANCE

        As taxas variam de acordo com o Fundo a ser aplicado, nesse primeiro momento irei explicar a vocês como funciona cada um deles.
 
  • TAXA DE ADMINISTRAÇÃO
A taxa mais comum, que cobre despesas e ‘remunera’ o trabalho do profissional que esta por trás fazendo seu dinheiro render. Como exemplo, se uma pessoa investe R$10.000 e a tx de adm é de 2% a.a, ao longo do ano pagara o equivalente a R$200,00. Ela é cobrada (mesmo havendo prejuízo) a partir do saldo total que esta investido, somando também seus rendimentos no cálculo.
 
  • TAXA DE PERFORMANCE
     Não são todos os fundos de investimento que a cobram, mas fique esperto, pois os que cobram podem o prejudicar no rendimento. Essa taxa é cobrada sobre uma parcela da rentabilidade que ultrapasseexceda a variação de um índice de desempenho previamente determinado (Normalmente os fundos utilizam índices como CDI e IBOVESPA). Ou seja, se um fundo cobrar 20% de tx caso ultrapasse “X” do CDI, sera feita a seguinte conta: Se o CDI do ano render 22% e seu fundo consiga alcançar os 25% do CDI, você ira pagar 20% dos 3% excedentes do CDI, que é igual a 0,6% de taxa. Isso estimula  profissionais a fazerem seu dinheiro render cada vez mais.  A taxa é apurada no mínimo a cada 6 meses, mas normalmente é feita semestralmente.
 
  • TAXA DE CARREGAMENTO DE ENTRADA E SAÍDA
     Comuns em FI’s voltados a previdência, flutuando entre 1% a 5% do total do valor investido. Exemplo, a Tx de entrada é de 4% e de Saída 2% e você queira adicionar a um fundo R$ 150.00. Na verdade serão adicionados R$ 144 e caso queira retirar os mesmo R$144 , recebera somente R$ 141,12. Esse tipo de cobrança diminui ao longo do tempo, fazendo com que o investidor pense duas vezes antes de retirar seu capital logo no início. Dica: Muitos FI’s estão deixando de cobrar esse tipo de taxa, principalmente os que estão atrelados as corretoras. Não  ha algum banco procurar por esse tipo de investimento, pois maioria deles acabam sendo exploratórios e acabam não rendendo quase nada no final. Fique atento !
 
  • IMPOSTO DE RENDA
Funciona do mesmo jeito que o Tesouro Direto, quando for feito o resgate sera aplicado uma % encima de seus rendimentos e não ao total do capital. 
                                                                       (Tabela de IR)
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   Mas também existem os “Come-Cotas”, pouco conhecidos. Eles são importantíssimos e é necessário que saiba que são recolhidos nos últimos dias úteis dos meses de Maio e Novembro de cada ano (com alíquota de 20% ou 15%). São antecipações do IR feitas pelo Governo sobre seus atuais rendimentos, aparecem como um resgate de algumas cotas e  são aplicadas em fundos de investimentos (Menos aos Fi’s de ações). Ué, então irei pagar o Imposto de Renda duas vezes (uma no resgate e outra no Come cotas) ?
 Não, usarei um exemplo para explica-los. Se você fizer um resgate em menos de dois anos, sera cobrado 17,5% de seus rendimentos, e o come-cotas tenha-o cobrado 15% da ultima vez, haverá uma cobrança de 2,5% sobre os rendimentos que ja foram recolhidos pelo “Come-cotas”. Ou seja, você não sera cobrado duas vezes, mas “picados” ao longo do tempo investido. A unica desvantagem se deve ao valor retirado pelo “CC” que poderia estar rendendo mais dinheiro. 
 
  • IOF 
     Cobrado encima dos rendimentos, somente se houver resgate total antes de 30 dias corridos após o investimento. Ou seja, se resgatar após 25 dias de investimento, além do IR e outras taxas , o IOF sera cobrado relativamente como a tabela a seguir: 
 
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     Dica: Pesquise bastante sobre os fundos, pois caso fique investindo em qualquer um e queria sair logo em seguida, os juros cobrados serão altos. 




                                                                TIPOS DE FI’s?

     Irei falar resumidamente sobre os variados tipos de Fundos de Investimento, que são:

  • Curto Prazo: Recursos aplicados essencialmente em em títulos públicos e privados , em pré-fixados ou indexados a CDISELIC entre outros.
  • Referenciados: 95% no mínimo dos recursos aplicados a indexados, como moedas estrangeiras e IPCA.
  • Renda Fixa: 80% no mínimo dos recursos aplicados em ativos determinados “pré-fixados”, excluindo renda variável.
  • Ações: 67% no mínimo aplicados em ações negociadas na bolsa de valores.
  • Cambiais: 80% no mínimo relacionados a recursos de moedas estrangeiras ou á variação de Cupom Cambial.
  • Dívida Externa: 80% no mínimo aplicados a em títulos representativos de dívidas externa.
  • Multimercados: São classificados por variados tipos de investimentos, com diversas taxas e rentabilidades. 
CONCLUSÃO
 
   Apesar de possuir diversas Taxas e IR, muitos fundos possuem elevadas taxas de rentabilidade somadas ao ano. Deve-se tomar cuidado com os Bancos populares, que exageram nas taxas, ou seja, procure por corretoras para investir em FI’s. É ideal para pessoas que gostam de diversificar sua carteira e não possuem muito para estudar sobre os diversos tipos de investimentos. Claro que se fizéssemos nossa carteira, poderíamos possuir rentabilidades maiores por conta da menor quantidade de taxas cobradas durante o período. 
 
 
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